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Modo econômico para envio de livros

Posted by Nanda Cris on 29 de junho de 2013 13:00 in ,
Como promessa é dívida e semana passada eu disse que ia falar sobre um método bem baratinho de envio de livros, cá estou para cumprir o prometido.

Sem mais delongas, apresento-vos:

Impresso Normal
É própria para impressos (no nosso caso, livros!) e custa menos que o "Encomenda Normal" que é o que o Correio usa, quando não falamos nada (espertinhos, não? rsrs). Outra vantagem é que no "Impresso Normal" o preço não varia geograficamente. Você pode mandar um livro Rio - Amapá ou Rio - Espírito Santo, tanto faz. Será o mesmo preço! Se quiser dar uma olhada nos preços, deixo aqui o link para consulta.
Na própria página do Correio, podemos saber um pouco mais sobre este serviço: click aqui.

Registro Módico
É uma modalidade de registro que é própria para livros e que custa metade do registro convencional. Saiba mais sobre este tipo de registro aqui.

Então, como exemplo:

Envio de Impresso Normal, SEM Registro Módico:
1 (um) livro pesando 220g R$ 2,50
1 (um) livro pesando 400g R$ 3,65
1 (um) livro pesando 640g R$ 5,05

Envio de Impresso Normal, COM Registro Módico:
1 (um) livro pesando 220g R$ 3,80
1 (um) livro pesando 400g R$ 5,05
1 (um) livro pesando 640g R$ 6,35

Vale a pena ou não vale?!
Se joga nas trocas, galera. A gente só tem a ganhar!




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HUMOR: Negócio de Ocasião

Posted by Marcinha on 28 de junho de 2013 06:00 in , , , , ,

Negócio de Ocasião

(Fernando Sabino)

 

 


Quando mandou colocar mármore no chão de seu apartamento, o vizinho de baixo veio reclamar: às oito horas da manhã os operários começavam a quebrar mármore mesmo em cima de sua cabeça. Durma-se com um barulho desses!
– Está bem, está bem - concordou ele, acalmando o vizinho: - Vou mandar começar mais tarde.
Mandou que os operários só começassem a trabalhar a partir das nove horas. Dois dias depois tornava o vizinho:
– Assim não é possível. Já reclamei, o senhor prometeu, e o barulho continua!
– Mas é só por uns dias - argumentou ele: - O senhor vai ter paciência…
E mandou que os trabalhos só se iniciassem a partir de dez horas. Com isso pensava haver contentado o vizinho. Para surpresa sua, todavia, o homem voltou ainda para protestar e desta vez furibundo, armado de revólver:
– Ou o senhor pára com esse barulho ou eu faço um estrago louco.
Olhou espantado para a arma e, cordato, convidou-o a entrar:
- Não precisa se exaltar, que diabo. Vamos resolver a coisa como gente civilizada. Eu disse que era só por uns dias… Se o senhor quiser que eu pare, eu paro. Cuidado com esse negócio, costuma disparar. Qual é o calibre?
– Trinta e dois.
– Prefiro trinta e oito. Mas esse parece ser muito bom… Que marca?
– Smith-Wesson.
– Ah! Então deve ser muito bom. Cabo de madrepérola.. . Quanto o senhor pagou por ele?
– Cinqüenta.
– Não foi caro. Sempre tive vontade de ter um revólver desses. Quem sabe o senhor me venderia?
– Não vim aqui para vender revólver- explodiu o outro – mas para lhe avisar que esse barulho…
– Não haverá mais barulho, esteja tranqüilo. Agora, quanto ao revólver… Quer vender?
- O senhor está brincando…
– Não estou não: pela vida de minha mãezinha. Quer saber de uma coisa? Dou cem por ele. Sempre tive vontade. . . Vamos, aceite! Cem, ali na bucha, pago na hora.
O homem começou a titubear. Olhou o revólver, pensativo: cem era um bom preço. Já pensara mesmo em vendê-lo… Olhou o dono da casa, tornou a olhar o revólver:
– Toma: é seu- decidiu-se.
Antes de entrar na posse da arma, o comprador foi lá dentro buscar o dinheiro e estendeu-o ao vizinho. Depois empunhou o revólver e chegou-lhe aos peitos:
– Bem, agora ponha-se daqui para fora. E fique sabendo que eu faço o barulho que quiser e quando quiser, entendeu? Venha aqui outra vez reclamar e vai ver quem é que acaba fazendo um estrago louco.

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Rugas

Posted by Samantha Freitas on 27 de junho de 2013 06:00 in , ,


Lavou o rosto com a água gelada, tentando acordar. Foi uma noite difícil, lembranças do passado perseguiam seus sonhos. Com a sensação de que a noite não terminaria, levantou-se com dificuldades.

Quase sem perceber estava ali defronte do espelho. Olhou o rosto com cuidado. Tocou suas rugas. Procurou ver naquele rosto, a menina inocente que fora um dia. A jovem feliz e despreocupada, a mulher madura.

Sorriu ao lembrar da sugestão de sua filha mais vaidosa. Não conseguiria jamais fazer plástica. Era feliz com cada uma delas. Cada sulco era uma lembrança. Cada dobradura, tinha uma história.

Certa vez tinha ouvido que rugas eram a ruína dos corpos. E que as rugas são o princípio do fim. E ainda ouvira mais... Disseram que era a abertura da temporada de decadência. Pensava diferente. Rugas são parte de nós. São dobraduras da vida. Como um objeto em origami de experiências. Vincos não eram mais imperfeições estéticas. Eram material nobre. Rugas não são fabricadas como corpos perfeitos o são. Rugas são conquistadas.

Sorriu para o espelho. Os olhos azuis se concentraram e ela os fechou vendo-se ali, setenta anos antes. Tinha roubado a maquiagem da mãe e usado o rímel desajeitadamente, tentando não sujar o rosto com manchas pretas. Ouviu uma voz que quase a derrubou do banco. Desceu com cuidado e tropeçou no vestido. Sua risada infantil foi ouvida e sua mãe a pegou no colo, sorrindo divertida ante a pequenina com seu vestido e olhos piscando inúmeras vezes e borrando tudo...

Seus olhos se abriram e voltou ao presente. Sem dúvida, rugas tinham a força do tempo. Eram partes de nós. Cada uma não é apenas um pedaço, mas uma nova pessoa. Dezenas de si em seu próprio rosto. Cada marca... Tudo o que realmente contava não era um amassado de idade, mas a presença de espírito, o conhecimento, a vivência e intenção.

Sorriu sabiamente. Jamais pensara o quão filósofa parecia. Riu alto e seu riso ecoou pelo banheiro. Assustou-se por um instante e se calou para logo em seguida sentir-se novamente como a mesma menina - rindo deliciada.

Abriu o armário e começou a passar o creme distraidamente. Esticou um pouco a pele embaixo dos olhos. Surpreendeu-se ao deparar-se com um olhar sedento. Sentiu sua alma livre. A solidão, ansiedade, questionamentos e complexos...  Todos ficavam todos para trás. Tudo se voltava ao seu olhar cheio de energia e expectativa.

Saiu do banheiro e caminhou devagar pela casa até sentar-se na poltrona de palhinha. Ajeitou a almofada, pegou seu óculos e dispôs-se a ler uma revista esquecida. Leu a mesma página dez vezes. Não conseguia prender sua concentração na leitura. Seu rosto sonhador voltou à adolescência onde certamente a maioria de suas rugas fora adquirida. Como chorara! Complexo de inferioridade, rejeição, sentimentos de tristeza e desolação sem nem mesmo lembrar-se de um motivo que não fosse fútil... Nada estava bom e hoje... Hoje isso tudo soava tão tolo e infantil... Ainda bem que pôde ser tola. Teria se lamentado profundamente se tivesse perdido esta parte de sua vida...

Seus olhos brilhavam ao ouvir em estalido. Certamente alguém se aproximara da varanda. Olhou em volta e não viu nada. Apenas o vento movia as folhas...

Vivera muito. E só agora entendeu que nada tinha sido em vão. Cada lágrima derramada que há pouco tempo pareceu fútil e tola na verdade tinha tido seu motivo especial. Cada lágrima, cada dor, cada tristeza, e porque não todas as alegrias, momentos de euforia e felicidade... Cada ruga, cicatriz, gordurinhas, estrias, celulites, cabelos brancos... Cada uma delas era parte de si. Cada uma era uma marca que o tempo havia formado.

Sentiu-se em paz em aceitar que tinha tido uma vida plena. E agora sentia-se disposta a ter muito mais. E cada ruga nova... Tocou carinhosamente o rosto... Cada uma seria uma mais nova parte de si, uma mais nova lembrança.

Sua face podia até se modificar pela degeneração do tempo, mas o espírito... Ah... Esse rejuvenescia a cada instante tanto pelos impulsos que caem sobre nós como em razão das experiências alheias. Quando as primeiras rugas começam a se definir, tomamos consciência que o tempo passou, mas a alma não se enruga. Não contamos o número de rugas e nem devemos ocultá-las, devemos exibi-las com triunfo como medalhistas de olimpíadas. Como vencedores. Vencemos o tempo.

Sara olhou em volta e pensou novamente no espelho. Ele mostrara apenas seu corpo, mas estava equivocado. O verdadeiro espelho é aquele que nos deparamos diariamente. O espelho da vida. Este só enxerga nossa alma, nosso coração.






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PROMO 02 - Livro: "O Poderoso Chefão"



Não percam nossa promoção do mês! 

"Não é nada pessoal, são apenas negócios"... Você provavelmente já assistiu ao filme "O poderoso chefão", grande clássico de Coppola. E provavelmente, se interessou tanto pela história, que agora, o livro "O Poderoso Chefão" tornou-se um dos seus desejados. Por isso, quando meu blog resolveu sortear o livro, pensamos imediatamente em te convidar para participar do sorteio... 

E ganhá-lo é muito fácil! Juro que você não precisará dar dois tiros na cabeça de um e sair devagar sem correr, deixando a arma escorregar pela sua mão... 

Tampouco precisará dizer "Giovanni, apaga". Afinal, já estou praticamente considerando você parte da nossa FAMIGLIA!

Então? Com estas citações, você está esperando o quê para conhecer tudo aquilo que não está nos filmes? Entra aqui e participe!

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Cansaço

Posted by Patricia Deuner on 26 de junho de 2013 06:00 in , , , ,

Esse é um desafio das 5 palavras, que me foi dado a muito tempo atrás e nunca publiquei oficialmente. Acho que esse texto até tem algo de referência aos conflitos que a sociedade tem passado nesses últimos dias aqui no Brasil. Afinal, reclamamos e lutamos por um mundo melhor, mas, será que nossas atitudes diárias são dignas de um mundo melhor?

As palavras são: impugnar, cnidários, sinantrópico, caramelo e vôo


Andava pela rua rumo ao trabalho que odiava. Suas pernas já faziam o trajeto automaticamente e sua mente não percebia nada ao redor. Estava cansado. De quê? Não sabia exatamente. Se fosse fazer uma avaliação minuciosa não chegaria a consenso nenhum. Cansado da vida? Talvez sim. Todo o seu cotidiano era uma verdadeira merda. Uma lata vazia. O cansaço era sempre o mesmo, não pela força que o produzia, mas sim pelo pesar da alma e os movimentos insólitos do corpo.
Dormir também não era a solução para o seu cansaço. Andava sonhando com CNIDÁRIOS abraçando-o e queimando-o até os ossos. E acordava mais cansado ainda.
“Minha vida é bem como meus sonhos”. Pensou conformado. Sentia como se o mundo lhe queimasse inteiro sem se importar.
Decepcionou-se com tudo e com todos que conhecia. Aproveitaram-se dele. Todos muito gananciosos e egoístas. Verdadeiros covardes. Gente que não é gente. Eram como SINANTRÓPICOS, ansiosos por devorar, consumir. Estavam sempre ao redor, atentos a qualquer oportunidade de se fartarem, e, depois de saciados, inutilizavam os restos.
Tinha visto muito disso, e entendido muito também. Estava cansado, e não tinha forças para lutar contra essa força tão mundana. Então escondia o que pensava, escondia o que realmente desejava, e limitava-se a observar as engrenagens da hipocrisia.
Ouviu um choro triste, abafado. Estava tão cansado que demorou alguns segundos para parar e olhar. Era um menino pequeno e pálido. Estava enroscado em um casaco surrado e olhava para os pés enquanto soluçava e tremia. Foi aproximando-se devagar enquanto procurava a barrinha de CARAMELO que sempre carregava pela manhã. O menino levantou a cabeça e arregalou os olhos assustados e inchados de tanto chorar.
Ele estendeu a barrinha de caramelo ao menino, que lhe devolveu o sorriso mais doce e inocente que tinha visto desde...desde nunca. Aquilo acordou alguma coisa dentro dele.
Começou a balbuciar umas palavras estranhas e sentiu-se ridículo como se a si mesmo desse provas de sua própria hipocrisia. Quem era ele para julgar a falsidade, a ostentação ou o egoísmo? Essa pobre criança demonstrava que nem sempre se tinha um céu sem tempestades. Na verdade ele começou a sentir uma angústia por seus pensamentos tão pessimistas. Era uma percepção de que não existem caminhos sem acidentes, trabalho sem fadigas, relacionamentos sem desilusão. Estava fazendo parte daquela massa de gente que não é gente.
Porque mesmo estava tão cansado? Sentiu-se infeliz ao reconhecer que estava dando provas da incapacidade do ser humano. Mas fortaleceu-se ao perceber que podia deixar de ser vítima. Na verdade não era vítima e sim mais uma engrenagem dessa sociedade perniciosa. E se quisesse se lançar num VOO para a felicidade, teria que agarrar as oportunidades e IMPUGNAR os covardes, gananciosos e egoístas.
Em suma, ele era o único responsável por sua própria sorte, sua felicidade, sua liberdade.

Alguns significados:

CNIDÁRIOS: São um filo de animais aquáticos que inclui as hidras de água doce, medusas alforrecas ou águas-vivas, que são normalmente oceânicas, os corais, anémonas do mar e as caravelas. (wikipédia)

SINANTRÓPICOS: Espécies sinantrópicas são aquelas que vivem próximas às habitações humanas. Estes animais aproximaram-se do homem devido à disponibilidade de alimento e abrigo, servindo-se de frestas em paredes e forros de telhado, ou mesmo objetos empilhados em quintais para se abrigar.
A principal diferença entre os sinantrópicos e os animais domésticos, é que estes são criados em benefício do homem, servindo como companhia, produção de alimentos, entre outros. Já os sinantrópicos são geralmente indesejáveis, por poderem transmitir doenças, inutilizar ou destruir alimentos, ou sujar as residências. Entre eles estão ratos, pombos, baratas, mosquitos, entre outros. (wikipédia)

IMPUGNAR:Colocar-se contra; ter uma posição contrária a; não concordar com: impugnar as normas; impugnar certos preceitos. (dicionário online de português)

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Comerciais pelo mundo

Posted by Kbeça on 25 de junho de 2013 06:00
Olá pessoal. A Olhos Celestes está resolvendo alguns problema, então neste tempo eu estarei por aqui para não deixar vocês órfãos de terças. ;)

Para quem me conhece um pouquinho sabe que eu adoro comerciais desde criança. E não me canso de me maravilhar, surpreender, assim como me enfurecer com a criatividade dos publicitários.

Outra coisa que eu amo são vídeos russos. Cara, como dizem as piadas da Reversal Russia: na Russia você não corta cebolas, as cebolas cortam você. Sério, lá é um mundo à parte. As coisas mais estranhas acontecem lá como se fosse normal.

Então, mantendo este raciocínio, como seria um comercial Russo de qualquer coisa? Vejamos:

Vamos começar light. Uma seleção de comerciais normais. Do tipo que você veria por aqui:

Bom, bom. Legal a família de sapinhos e tal. E... Descendo a ladeira.

De suco de morangos:

De motor(?):


Comercial de Celular:

Comercial da academia Orange Fitness:

De Tampax:

De cerveja:

Não pode faltar de Vodka, é claro. Este tem até uma mensagem moral no fim:

Chocolates para homens. Não, você NÃO leu errado. Chocolates para HOMENS:

De loteria:

Empresa de seguros:

Meu favorito, acreditem, Sabão em pó:

Skittles:

E para finalizar um vídeo que não é um comercial, mas é muito bom: Falso sotaque Russo.

E aí pessoal, qual vocês gostaram?

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DICAS: Sigla versus Acrônimos

Posted by Nanda Cris on 24 de junho de 2013 06:00 in , , ,



O que é uma sigla?
Sigla é a representação de um nome por meio de suas iniciais, por exemplo, Instituto Nacional do Seguro Social cuja sigla é INSS.

Regras para utilização de siglas e alguns exemplos:

  1. Quando mencionadas pela primeira vez no texto, deve-se escrever primeiramente a forma por extenso, seguida da sigla entre parênteses, ou separada por hífen. 
    • A Universidade Federal Fluminense (UFF) é a universidade mais antiga do Brasil.
    • A Universidade Federal Fluminense – UFF é a universidade mais antiga do Brasil.
  2. Não são colocados pontos intermediários e ponto final nas siglas.
    • Imposto sobre Operações de Crédito - IOF (e não I.O.F.)
  3. Siglas com até três letras são escritas com todas as letras maiúsculas. 
    • RJ – Rio de Janeiro
    • CEP – Código de Endereçamento Postal
  4. Siglas com quatro letras ou mais devem ser escritas com todas as letras maiúsculas quando cada uma de suas letras ou parte delas é pronunciada separadamente, ou somente com a inicial maiúscula, quando formam uma palavra pronunciável. 
    • Fifa – Federação Internacional das Associações de Futebol
    • IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
  5. Deve-se manter com maiúsculas e minúsculas as siglas que originalmente foram criadas com essa estrutura para se diferenciarem de outras, independentemente de seu tamanho. 
    • CNPq – Conselho Nacional de Pesquisa (para diferenciá-lo de CNP – Conselho Nacional do Petróleo).
  6. No caso de siglas de origem estrangeira, deve-se adotar a sigla e seu nome em português quando houver forma traduzida, ou adotar a forma original da sigla estrangeira quando esta não tiver correspondente em português, mesmo que o seu nome por extenso em português não corresponda perfeitamente à sigla. 
    • Unesco – Organização Educacional, Científica e Cultural das Nações Unidas.
    • FAO – Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura.
  7. Deve-se adicionar a letra s (sempre minúscula) para indicar o plural das siglas somente quando a concordância gramatical assim o exigir. 
    • Todos os Senacs estarão abertos neste sábado.
O que é um acrônimo? 
São palavras formadas das primeiras letras ou sílabas de outras palavras, por exemplo, Bradesco que é um acrônimo de Banco Brasileiro de Descontos.

Regras para utilização de acrônimos e alguns exemplos:


  1. Pronunciadas como uma palavra, contendo apenas iniciais. Mantenha todo o acrônimo em maiúsculo.
    • NASA: National Aeronautics and Space Administration
    • OSI: Open Systems Interconnection
    • OTAN: Organização do Tratado do Atlântico Norte
    • SIDA: Síndrome de Imuno-Deficiência Adquirida
  2. Pronunciadas como uma palavra, contendo várias letras de cada palavra. Mantenha apenas a primeira letra em maiúsculo e as demais em minúsculo.
    • Gestapo: Geheime Staatspolizei
    • Interpol: International Police
    • Hamas: Harakat al-Muqawamah al-Islamiyyah  

Acrônimos curiosos:

  • Pronunciadas como uma combinação de nome de letra e uma palavra.
    • JPEG: Joint Photographic Experts Group, Pronúncia: "Jota PEG"
  • Pronunciadas unicamente como nomes de letras, parece uma sigla, mas não é!
    • HTTP: HyperText Transfer Protocol, pronuncia-se: "Agá Tê Tê Pê"
  • Pronunciadas como nomes de letras com atalhos:
    • IEEE: Institute of Electrical and Electronics Engineers, pronuncia-se: "I três E"
  • Pronunciadas como nomes próprios:
    • TWAIN: Toolkit Without An Interesting Name


Acrônimos famosos:

  •    TILIBRA - Tipografia e Livraria Brasil
  •    Bamerindus - Banco Mercantil e Industrial do Paraná
  •    DURACELL - formada pelas palavras inglesas durability (durabilidade) e cell (de voltaic cell, célula voltáica)
  •    MATTEL - formado pelas alcunhas dos fundadores da empresa, os senhores Harold Matson (conhecido como Matt) e Elliot Handler.
  •    ARCOR - resultante da união das duas primeiras letras de Arroyito e das três primeiras letras de Córdoba, respectivamente a cidade e a província argentinas nas quais a empresa foi fundada em 1951.

Achei muito interessante essas dicas e resolvi compilá-las aqui. Espero que tenham gostado!



Fontes:
PCI Concursos
Sedentário.org
Wikipédia
Só Português
Brasil Escola

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Educação ou Formação?

Posted by Marcinha on 23 de junho de 2013 06:00 in , , , , , ,
Não costumo falar de política, de sociedade, de movimento cultural, de economia ou de qualquer outro tema que movimente a coletividade rumo a evolução. Me afastei dessa temática desde que tomei conhecimento de como funciona a máquina do Estado, lá nos meus 18 anos, quando eu usava uma estrelinha vermelha do PT no peito. Desde muito tempo, eu me alienei, voluntariamente.

Mas... não podemos negar que esse levante inesperado do povo cordeiro brasileiro tem dado o que pensar até mesmo aos mais céticos. Por todos os lados as pessoas têm comentado as manifestações públicas, e até mesmo aqui no Retalhos esse tema já foi abordado pela nossa colaboradora Sammantha Freitas no texto "Toda revolução começa com uma fagulha..."  Pois este texto foi a semente do que posto aqui hoje.

Mas não vim falar de política. Vim falar de educação. Sou professora formada. Lecionei por quatro anos apenas. Ver a educação de perto foi que bastou para que eu decidisse abandona-la para sempre. Mudei de profissão.

Voltando ao texto, Sammantha cita que, entre outras coisas, o Brasil precisa de Educação. Mais educação, mais escolas, mais crianças e jovens nas salas de aula. Será? Ou será que o que o brasileiro precisa é de Formação?

Vamos dar uma olhadinha no dicionário:

e.du.ca.ção

Substantivo feminino.

1.
Ato ou efeito de educar(-se).
2.
Processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral do ser humano.
3.
Civilidade, polidez. [Pl.: –ções.]

§
e.du.ca.ci:o.nal adj2g.

for.ma.ção

Substantivo feminino.

1.
Ato, efeito ou modo de formar.
2.
Constituição, caráter.
3.
Modo por que se constituiu uma mentalidade, um caráter.
4.
O conjunto dos elementos que constituem um corpo de tropas.
5.
Conjunto de aviões em voo, de navios de guerra em operação, etc.
6.
Anat. Nome genérico de estrutura ou parte dela, e que tem aspecto definido. [Pl.: –ções.]


Sublinhei os significados mais pertinentes a minha idéia, destacando-os. Eu vejo da seguinte forma: educação é importante, e você aprende na escola, sim. A escola te instrui, te ensina civilidade. Mas na minha opinião, não tem a obrigação de te ensinar princípios. A formação de caráter, de valores, pode ser complementada pela escola, mas... é uma atribuição da família.

Sammantha escreveu: "Mas você, caro leitor, comete diariamente pequenos atos ilícitos - Se não comete, já cometeu ou ainda vai cometer. Não há ninguém que se salve."
"Quer um exemplo? Vamos lá... Você já recebeu algum troco errado? Devolveu? (...) Já pagou um "café" para um guarda? Já andou com carteira de motorista vencida? Já colou numa prova? Já levou alguma caneta, clips, papel do trabalho para casa? Já fingiu que estava dormindo para não ceder lugar no ônibus? (...) Já levou alguma revista do consultório médico para casa para ler? Não importa qual ato você cometeu. Não existe menor ou maior."

Analisou os atos? Não estamos falando só de crimes. Estamos falando de ética, consciência, honra.
Eu não vejo isso no brasileiro. Vejo hipocrisia.

Vou dar um exemplo. Em 1994 a banda brasileira de heavy metal Sepultura, reconhecida bem mais no exterior que em nosso próprio país, subiu ao palco do Hollywood Rock, no Brasil, festival que reuniu outras grandes bandas internacionais. Max Cavalera, vocalista do Sepultura, sempre teve orgulho de se propagandear brasileiro e subiu ao palco com uma bandeira do Brasil, na qual se enrolou como num manto durante um momento do show. Por causa de um breve incidente, onde o músico tropeçou na referida bandeira, ele foi escoltado até a delegacia ao final da apresentação da banda e preso, sob a acusação de ter pisado em um dos nossos Símbolos Nacionais.


O que dizer... o "cabeludo" já está errado. Esse negócio de heavy metal, o cara todo tatuado, não é boa coisa... com que direito ele quer se enrolar no nosso símobolo augusto da paz? Não! Põe esse cara na cadeia! Nem é ano de copa!

Agora... vai que fosse ano de Copa do Mundo, não é verdade? Aí pode.... pode tudo....



Devo comentar mais alguma coisa sobre isso? Devo falar de respeito... e limites? Não, né? É... vocês entenderam.

Vou dar outro exemplo. Tive um professor de Geografia no curso pré-vestibular que era um cara altamente politizado. Ele trabalhava também em uma escola que tinha uma cantina particular em seu interior, e aumentou repentina e absurdamente o preço da merenda. Dinaldo, esse professor, organizou os alunos em uma passeata no pátio da escola com cartazes e tudo o mais e os insulflou a boicotar a cantina. A pesseata e o boicote foram um sucesso. E culminaram na demissão dele.

O sistema não permite esse tipo de anarquista contaminando as ovelhas os jovens com esse tipo de idéias. É por essa ameaça velada que a maioria dos profissionais de educação se omite, ensinando tão somente o que está nos currículos escolares. Valores, cortesia, honestidade, lealdade, justiça... tudo isso fica em segundo plano, até mesmo em último. Não conte com a escola para ensinar nada disso.

Voltemos à temática atual, que me trouxe a este post. O povo está se mobilizando, o "gigante deitado" finalmente está desperto. Os manifestantes estão nas ruas, gritando palavras de ordem, reivindicando seus direitos, dizendo um sonoro "basta" à corrupção neste país. Lá estão os trabalhadores, os estudantes, os militantes políticos, os cidadãos politizados erguendo sua voz e protestando! Mas.... no meio destes existem tantos aproveitadores... vândalos, baderneiros... infiltados, depredando e saqueando.



Em última análise, eu acredito que os valores que regem a nossa conduta, guiam as nossas escolhas, nos ditam o certo e o errado são os únicos parâmetros capazes de criar uma sociedade mais justa. E esses valores vêm de berço, vêm da família, vêm do exemplo, e você os carrega para sempre em seu coração.
Quando um office-boy for incapaz de levar um clipe de papel do escritório para casa e um político for incapaz de desviar verba púlblica prejudicando a população, saberemos que as TVs estão desligadas à noite, e pais e filhos, finalmente, estão conversando.

Para terminar, eu peço apenas mais um momentinho do seu tempo. Eu ficaria feliz se você lesse o texto abaixo em voz alta. É retirado de um filme, Coração de Dragão, e não é nada demais. Mas declare esse juramento para si mesmo e reflita sobre como se sente. Creio que é de uma dose de algo assim que todo brasileiro precisa.

Juramento ao Velho Código
“Um Cavaleiro Jura Bravura,
Seu Coração Só Tem Virtudes,
Sua Espada Defende O Oprimido,
Seu Poder Apóia Os Fracos,
Sua Palavra Só Fala A Verdade,
Sua Fúria Destrói A Maldade.”

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