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Epubs para ler no Tablet ou no E-reader

Posted by Nanda Cris on 15 de junho de 2013 06:00 in , ,
Bom dia galera do Retalhos!

Como nossa querida colaboradora Sammy Freitas está enlouquecida com seu Kindle novo, fui investigar esse tal de epub que ela tanto falava. Porque eu tenho um tablet e achava o uó ler PDF nele. A letra era pequena, um horror pra passar as páginas e aquele fundo branco cansava minha vista balzaquiada. Então, só lia mesmo ebooks como sendo último recurso. Mas, como diria o Seu Creysson, "meus problemas se acabariçam". Descobri que meu tablet vem com um programa nativo nele chamado E-book e que o bichinho lê esse tal de epub!


Dá para marcar página, destacar trechos mais importantes, aumentar a letra, passar página facilmente e podemos escolher o fundo! Perfect!



Claro que em nenhum momento vou abandonar meus livros de papel, que fique claro. Não dá pra cheirar, folhear e apreciar a capa no Tablet. Mas, em ocasiões de desespero (como, por exemplo, quando terminei de ler "A Seleção" e precisava ler "A Elite" e não tinha grana para comprar, porque estava na pré-venda ainda!) ou então quando o livro é muito grosso (eu tenho os 5 livros de Guerra dos Tronos e só tinha lido o primeiro, porque eles são muito grossos e difíceis de transportar) o epub é sim a saída para nossos males!

Então, sem mais delongas, vou facilitar a vida dos apaixonados por esse tipo de arquivo! Disponibilizei um link com mais de 500 arquivos epub! Clica aqui e confere!

Se o arquivo que você quer não está entre os que disponibilizei, não tem problema... Use o ePub Maker e converta qualquer arquivo Word ou HTML! Link aqui!

Para converter PDFs, você pode usar o Calibre. Link aqui!

Tá esperando o que para se jogar nas leituras?!

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CRONOBIOGRAMA FEMININO

Posted by PatyDeuner on 14 de junho de 2013 06:00 in , , , ,
Depois que a Marcinha postou um texto muito espirituoso do Veríssimo (como todos eles são), fiquei muito tentada a postar esse texto que já li há algum tempo. Desculpe copiar a sua ideia do Veríssimo Marcinha, mas o clima do dia dos namorados me fez lembrar dessa crônica, e não deixa de ser uma ótima fonte de informação a nós mulheres, casadas, solteiras ou tico-tico-no-fubá! Se você ainda não conhece sua própria natureza feminina, preste atenção nesse cronobiograma.

                                                CRONOBIOGRAMA FEMININO!!
                                           (Luiz Fernando Verissimo)



1 aos 5 anos: A mulher não tem a mínima ideia do que ela seja.

5 aos 10 anos: Sabe que é diferente dos meninos, mas não entende por que.

10 aos 15 anos: Sabe exatamente por que é diferente e começa a tirar proveito disso.

25 aos 30 anos: Nessa fase formam 5 grupos distintos:

GRUPO 1: As que casaram por dinheiro.

GRUPO 2: As que casaram por amor.

GRUPO 3: As que não casaram.

GRUPO 4: As que simplesmente casaram.

GRUPO 5: As inteligentes.

E ACONTECE O SEGUINTE:

GRUPO 1: descobrem que dinheiro não é tudo na vida. Sentem falta de uma paixão.

GRUPO 2: descobrem que paixão não é tudo na vida. Sentem falta do dinheiro.

GRUPO 3: não importa o dinheiro e a paixão, sentem falta mesmo é de um homem .

GRUPO 4: não entendem por que casaram.

GRUPO 5: descobrem que ter inteligência não é tudo na vida.


30 aos 35 anos: Sabe exatamente onde errou e tinge o cabelo de loiro. Vai para academia.

35 aos 40 anos: Procura ajuda espiritual.

40 aos 45 anos: Abandona a ajuda espiritual e procura ajuda médica, com analistas e cirurgiões plásticos.

45 aos 50 anos: Graças aos cirurgiões sua bunda e barriga voltaram ao normal, seus peitos ficaram melhores do que eram e explode uma paixão pelo seu analista.

Após os 50 anos:

FINALMENTE SE DESCOBRE, SE ACEITA E COMEÇA A VIVER !!!!
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Mas, aí vêm a osteoporose e o reumatismo e ferra tudo.


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Desafio do Dia dos Namorados??? - Texto de Isabelle Cáceres

Posted by Samantha Freitas on 13 de junho de 2013 07:00 in , ,
Quando foi lançado o Desafio do Dia dos Namorados, eu já sabia que estava fora dessa. Sou divorciada. Não tenho namorado atualmente e acho até, que tirando os anos de casada, devo ter passado apenas uns 3 anos com alguém no fatídico dia 12. Nosso amigo Kbeça até tentou ajudar, com o desafio abaixo: 


"Nanda e todas as meninas que quiserem minha ajuda, o desafio do Dia dos Namorados é o seguinte: Uma foto sua e do seu marido/namorado/ficante e o tema "Porque vale à pena comemorar o nosso Dia dos Namorados".  A ideia é descrever o lado positivo do relacionamento que as leve a comemorar este dia.

Ainda assim, não rolou. E eu não topei o desafio. Mas... hoje, li um texto maravilhoso de uma amiga - Isabelle Cáceres, pedi autorização e estou repassando o Blog para o qual minha amiga escreve e creditando seu texto. 

Aproveitem, porque se eu abdiquei do meu dia aqui em prol de um texto alheio, rapaz, segura que ele é muito bom!

*    *   * 

Olá querido,

Já faz algum tempo que eu venho pensando em te escrever. A verdade é que eu nunca soube direito o que dizer, além de “Onde está você, querido?”. Só que, outro dia eu estava conversando com uma prima – sobre o quanto eu sinto a sua falta e o quanto eu gostaria de me apoderar do controle remoto da minha vida e adiantá-la até o ponto em que você entra nela – e ela começou a falar sobre uma teoria meio louca – praticamente uma simpatia, daquelas que a gente lê em revistinhas de astrologia e afins –, em que a mentalização das qualidades que você deseja em alguém traria essa “pessoa perfeita” até você e, a verdade, é que eu me senti tentada a apelar pra mandinga. Eu quase traí você, amor!

A questão é que nós dois sabemos que você está demorando e que eu estou demorando. Nós estamos atrasados um para o outro. Talvez você não sinta tanto a minha falta quanto eu sinto a sua, ou talvez você a sinta ainda mais… Isso agora não importa muito, eu acho. Eu confio em nós dois! E sei que não estamos prontos agora, mas, quando estivermos, vamos nos encontrar e seremos perfeitos – e imperfeitos – um para o outro. Até lá, eu vou imaginar mil feições para o seu rosto, mil cores para os seus olhos, mil lábios para o seu sorriso; mas, não vou me prender a nada… Não seria justo! Porque a imaginação não vai se comparar a você.

Eu não vou mentalizar e nem fazer uma lista de qualidades para você, amor, porque eu quero os seus defeitos. Quero as suas diferenças. 

Entretanto, se eu puder fazer algumas conjecturas e sonhar um pouco com algumas coisas, vou desejar que tenhas muitos irmãos (pelo menos uns dois), para compensar o fato de que eu não tenho nenhum, e que eles tenham muitos filhos, já que, de outra forma, eu não terei sobrinhos; vou torcer para que você seja engraçado, espontâneo e alegre, para equilibrar meu humor sarcástico, ácido, minhas piadas toscas e meus micos “sem noção”; eu espero que você seja organizado, meu bem, porque dois bagunceiros dividindo a mesma vida vai dar trabalho e vai nos trazer confusão – mas, eu topo se você topar! –; vou rezar para que você tenha paciência com as minhas variações de humor e com os meus momentos de solidão, porque, no fim, eu sempre vou precisar de você. Que sejas o meu sol em dias nublados e me tires da cama com beijos e sorrisos radiantes; que me aqueças em noites frias e me protejas com o teu abraço, teus braços…

Vou torcer para que nossas brigas sejam barulhentas e cheias de paixão, fúria e raiva, porque, minha amiga está certa, eu realmente adoro discutir; mas, acima de tudo, que nossas reconciliações façam o drama das brigas ter valido a pena. 

Sendo bem sincera, eu espero que você não seja nenhum fanático por futebol, porque, de vez em quando, eu gosto de assistir aos jogos e não quero nenhum chato me corrigindo a cada besteira enorme que eu falar; espero que você me dê aquele sorriso condescendente e diga algo como “Esse é o bandeirinha, amor, não o árbitro” ou “Esse é o zagueiro, linda. Ele não deveria colocar a mão na bola”. 

E eu espero, de verdade, que você seja humilde comigo nos assuntos em que souber mais do que eu e me respeite nos que eu souber mais do que você. 

Acima de tudo, eu rezo para que você seja leal e que me ame tanto quanto eu amar você, garoto; porque, quando você me ganhar, não vai ser aos poucos, ou sequer um pouco. Faz tempo que eu não jogo este jogo e não estou disposta a brincar com você. 

Nós dois, amor, nós dois seremos o tudo ou o nada. Seremos gasolina e fogo ou água e fogo. E, às vezes, quem sabe, seremos equilíbrio e paz. Seremos um, em dois.

Eu nunca fui muito paciente, amor, e, eu não quero te assustar, mas, a verdade é que às vezes eu me desespero sem você. 

Meu único consolo é pensar que você possa sentir o mesmo que eu. Eu tenho me escondido atrás de livros, de rótulos, de sonhos e tenho esperado impacientemente por você. 

Mas, depois daquela conversa com a prima, percebi que eu tenho mais é que viver e, quando for a hora, você vai aparecer. Eu vou te reconhecer. Então, querido, é melhor você me reconhecer também… 

Não me faça ir atrás de você. Porque eu vou, te agarro pelo colarinho, pelos pelos do peito, pela pele, entro no seu sangue, na sua cabeça e não te largo nunca mais, amor. E esse vai ser o meu jeito gentil de dizer: 

“Ei, sou eu! Você me esperou a vida inteira!”

* * *

E então galera? Não valeu ter postado? Quem puder, entra lá no site, porque ela me explicou que a cada 13 comentários, um texto ganha destaque e ela ficaria muito feliz em ter seu texto de cara no blog! 



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Desafio Realmente Desafiante - O diário de Bridget Jones




3. Ler um livro com um doce na capa.




 O diário de Bridget Jones 
Helen Fielding


Não existe uma pessoa sequer que eu conheço que não tenha lido e/ou assistido Bridget Jones. Então, resenhar um livro que todo mundo conhece a história, pode ser uma grande faca de dois gumes.

Gostei do livro (e descobri que a adaptação foi muito boa! O que é tão raro atualmente!!!), mas no começo, eu achei um saco aquele lance de tantas unidades alcóolicas, cigarros e peso. Também achei a Bridget tão fútil, que nem mesmo gostava muito dela!

Acompanhamos no livro, um ano de sua vida e suas metas para lá de ousadas de fim de ano. Vamos encarar a realidade... Dificilmente estamos satisfeitas com nossas vidas e Bridget começa o diário perseguindo a meta de quase todas as mulheres que conheço na minha faixa etária! 

Todo mundo quer trocar de emprego, emagrecer e arrumar um  namorado! E Bridget não é diferente de nós nesse sentido...

Mas na boa? Que mulher atrapalhada! Só se metia em fria! Mesmo assim, eu balançava a cabeça e continuava lendo. E foi aí, que eu percebi uma certa semelhança com Orgulho e Preconceito de Jane Austen (leia a resenha da aqui. Nanda, olha esse pulo do gato! Encontrei algo que talvez muita gente não tenha percebido! Será??!!)

Vamos às semelhanças... Para começar, o garotão Mark Darcy, é tipo... a versão moderna do Mr. Darcy. Misterioso, irritante, está sempre aparecendo nos lugares onde Bridget faz as maiores besteiras! É  implicante, ignora ela e no fim está completamente apaixonado!

A mãe da Bridget é meio louca e cria situações extremamente embaraçantes exatamente da MESMA maneira que a Sra Bennet! As duas são praticamente clones! Aquela empurração da filha para o mocinho então... Praticamente um plágio da Hellen!

Bridget tem um caso com seu chefe, Daniel, que já teve problemas anteriormente com Mark... Exatamente como Elizabeth, em Orgulho e Preconceito, que faz amizade com Mr Whickman que tem um problema antigo com Mr Darcy... Daniel, assim como Whickman, se fazem de bons moços e enganam todo mundo no começo, mas são desmascarados no final ;-) 

Pena que a Bridget em si, não tenha características da Elizabeth... Talvez por isso, por ter involuntariamente reconhecido parte do clássico, tenha tido dificuldades em gostar de Bridget, porque Elizabeth, é maravilhosa e nada tem de fútil, completamente o contrário de Bridget que se mostra uma completa fraude quando se trata de cultura, rs

Então, podemos dizer, sem a menor sombra de dúvidas, que Hellen, foi muito esperta em usar como pano de fundo uma das obras-primas de Jane Austen! Fora que esse triângulo amoroso, é uma fórmula padrão em romances, e fórmulas padrões sempre funcionam! Deu uma repaginada no romance, acrescentou cenas engraçadíssimas modernas, bem feministas e séc XX e misturou tudo em forma de diário. Bingo! Um livro super divertido capaz de arrancar um sorriso da pessoa mais rabugenta!

Leitura rápida e fácil, boas gargalhadas, o livro é perfeito para desanuviar e fazer você ter um dia mais leve e feliz! 

Tempo: 3 dias
 Finalidade: Diversão/Desanuviar a mente.
Restrição: Quem não gosta de finais felizes/Não gosta de romances
Princípios ativos:  Muito humor e romance!


Título: O diário de Bridget Jones 
Autor(a): Hellen Fielding
Editora:  Bestbolso
Número de Págs.: 322 páginas

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Dia dos Namorados

Posted by Patricia Deuner on 12 de junho de 2013 06:00 in , , , , ,
Foi designado a mim, um desafio muito interessante para esse dia tão romântico. Falar sobre o meu amor (marido, namorado, noivo, ficante...), e como é meu relacionamento. Isso em conjunto com uma imagem  que, depois de algumas sugestões, acabei por eu mesma escolhê-la. Não pensem que foi menos desafiante por isso, porque escolhi a imagem e só depois pensei em como acrescentá-la a história. Acredito que todos os relacionamentos duradouros acabam por passar por fases e transformações. E essa foi a minha transformação.
                                                     TRANSFORMAÇÃO
Era uma vez uma paixão sem sutilezas. Arrebatador e indômito. Não era preciso palavras, apenas um errático olhar bastava para direcionar os mais ambiciosos pensamentos. Beijos eram trocados nos mais inusitados lugares e de formas tão variadas quanto à criatividade permitisse, mas a intensidade era sempre tão sedutora que parar era um desafio. A paixão sempre derramava sensações tão fortes que acabava por deixar ambos intumescidos após uma frenética demonstração de desejo.

Eram casados e partilhavam uma vida tão comum quanto qualquer casal, mas a paixão não era um arquétipo... era totalmente exclusivo de dois amantes que viviam em êxtase. Nem mesmo a gravidez e os meses subsequentes ao nascimento das filhas amainaram as demonstrações de amor do casal.

E assim se seguiram os anos, as filhas cresceram, os problemas foram surgindo, perdas familiares foram acontecendo. Então os arroubos de paixão foram sucumbindo, e aos poucos transformados em momentos de compaixão e ternura. O amor não acabou, apenas se transformou. Eles foram sentindo cada fase da paixão ser refreada pelo tempo e pelos percalços da vida. Houve dias em que a paixão se acendia de tal forma que as lembranças dos tempos ardentes vinham à tona, mas depois tudo voltava a ser tão morno quanto à água de um banho de mar. Os olhares agora se encontravam, e numa conversa muda pediam perdão e paciência, com a promessa de que dias melhores viriam.

Em uma noite particularmente especial entre os dois, ambos saciados e satisfeitos por terem alcançado o êxtase que tinham prometido um ao outro depois de semanas adiando o momento, se deram as mãos por debaixo das cobertas e ambos encararam a escuridão do quarto sem conseguir dormir. Continuaram acariciando as mãos em silêncio e sentiram uma grande satisfação nesse gesto tão simples. Era uma sensação serena e terna, que ambos acabaram por identificar como sendo...amor. Tão puro e gratificante quanto qualquer tormenta de paixão. Ele sussurrou baixinho “eu te amo”, com uma intensidade que fez a pele dela se arrepiar, e o ventre se apertar. Ela retribui com a mesma frase de amor, entre soluços emocionados e abraçou-o com tanta força que praticamente se fundiram. Ambos compreenderam naquele momento que nada no mundo podia se comparar com o amor que compartilhavam. Não era necessário nenhum perdão pela transformação que o relacionamento deles havia sofrido, pois não era uma perda e sim uma conquista. A conquista do amadurecimento, da concretização do amor verdadeiro, que independe da idade ou do tempo. Eles seriam para sempre companheiros, amigos e amantes. 

                                                  Para todo o sempre.




“O amor é o sentimento mais perfeito, que envolve o ser humano em sua totalidade: corpo e alma.”




O dia dos namorados
Seu surgimento foi em homenagem aos deuses Juno e Lupercus, conhecidos como os protetores dos casais. No dia 15 de fevereiro, faziam uma festa a estes, agradecendo a fertilidade da terra, os rapazes colocavam nomes de moças em papeizinhos para serem sorteados. O papel retirado seria o nome de sua esposa.

Como muitos casais apaixonados eram impedidos por suas famílias de casarem-se, um padre de nome Valentino passou a realizar matrimônios às escondidas, quando os casais fugiam, para que não ficassem sem receber as bênçãos de Deus.

Com isso, o dia 14 de fevereiro passou a ser considerado o dia de São Valentin (Valentine’s Day), em homenagem ao padre, sendo comemorado nos Estados Unidos e na Europa como o dia dos namorados.

A data existe desde o ano de 1949 e sua divulgação no Brasil foi feita pelo empresário João Dória, que havia chegado do exterior. Representantes do comércio acharam uma ótima ideia para aquecer as vendas e escolheram o dia 12 de junho para ser o dia dos namorados em nosso país. A data foi escolhida às vésperas do dia de santo Antônio, o santo casamenteiro.

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O Beijo da Meia-Noite - Resenha (por Marcinha)

Posted by Marcinha on 11 de junho de 2013 06:00 in , , ,

O Beijo da Meia-Noite é o primeiro volume da Série Midnight Breed, que conta a história da Raça. O termo Raça se refere à Raça dos vampiros, originada do cruzamento entre seus antepassados extraterrestes e algumas raras humanas especias, conhecidas como as Companheiras da Raça. Apenas essas humanas, que podem ser reconhecidas por uma característica marca de nascença, conseguem gerar filhos dos vampiros, e estes sempre nascem machos. Dessas uniões sobrevive a Raça, em abrigos onde vivem todos os vampiros Civis ou no quartel general onde residem os membros da Ordem, os vampiros guerreiros guardiões da própria Raça e dos humanos que desconhecem a existência dos vampiros com os quais convivem. Esse anonimato dos vampiros me fez lembrar a trama do RPG Vampiro - A Máscara.

Vamos à sinopse deste volume:

Gabrielle Maxwell é uma renomada artista plástica que vive na cidade de Boston. Abandonada pela mãe ainda na infância ela carrega uma marca de nascença que mudará sua vida. Depois de uma exposição de fotos bem-sucedida é testemunha de um assassinato sangrento. Transtornada com as cenas de terror ela procura explicações... E apenas um homem, Lucan Thorne, será capaz de ajudá-la.

Lucan despreza a violência de seus irmãos sem lei. Ele próprio um vampiro, é um guerreiro da Raça, e jurou proteger sua espécie - e os humanos - da ameaça crescente dos Renegados. Lucan não pode arriscar um relacionamento com uma mulher mortal, mas quando seus inimigos escolhem Gabrielle como vítima, sua única escolha é trazê-la para o escuro submundo que comanda. Agora, nos braços desse intimidante líder da Raça, Gabrielle enfrentará um destino extraordinário, repleto de perigos, sedução, e dos mais sombrios prazeres...

A presença incômoda dos Renegados é um tempero especial na trama desta obra. Eles são o lado obscuro da Raça, são os vampiros que se deixaram dominar pela besta interna, cedendo à Sede e sendo dominados por ela. São viciados em sangue. Assassinos. Perseguidos e combatidos pela Ordem, eles resistem, e reagem. Uma grande guerra está sendo organizada pelo líder dos Renegados. E ele não é um vampiro qualquer, como Lucan há de descobrir.

Toda a história é envolvente em sua teia de conspirações, alianças e traições dentro da esperada (e desejada) ambientação da luta do bem contra o mal. Ainda mais quando o bem se apresenta personificado em um macho lindo de cerca de dois metros de altura, músculos sólidos e volumosos e uma pegada selvagem que os vampiros da primeira geração tem como ninguém.

Confesso que conhecer o Sr Lucan Thorne foi "eletrizante" exatamente como a Nanda havia dito quando recomendou a leitura. Posso entender perfeitamente por que Gabrielle se derrete completamente por ele no livro. Ela o conhece e o deseja, simplesmente. Não é sedução, só instinto. Não importa se ela é fotógrafa ou o que vai acontecer na próxima hora. Perto de Lucan, Gabrielle é apenas uma bela fêmea deixando-se levar pelos seus instintos mais básicos, aceitando sem pudores ou restrições o homem que ela deseja. Totalmente hot.

Com poucas palavras e uma atitude ao mesmo tempo selvagem e protetora, Lucan conduz Gabrielle atravéz de um vertiginoso relacionamento regado a paixão, cumplicidade, teimosia e alguns muitos desencontros.

Para finalizar minhas considerações, eu recomendo esta leitura, com-ple-ta-men-te! O livro tem cenas hot, cenas de ação, trama intrigante, personagens carismáticos... eu amei a história e estou com enorme expectativa para ler os próximos volumes. Ná verdade, já estou lendo O Beijo Escarlate, segundo volume da série, que pretendo resenhar em breve.

Outros dois livros desta série já foram resenhados aqui no blog por Nanda Cris, como você pode conferir abaixo:

O Despertar da Meia-Noite (volume 3)

A Ascenção da Meia-Noite (volume 4)

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Concerto ou Conserto, e ai?

Posted by Denize Ternoski on 10 de junho de 2013 06:00 in , , ,
As duas palavras existem e as grafias estão corretas, porém seus significados são bem diferentes.

É bem simples nossa dica de português de hoje, mas como erramos! A diferença de apenas uma letra as vezes passa despercebida quando estamos escrevendo, fazendo com que o contexto fique errado, desconexo.
Então vamos explicar:

Concerto (com C) - Se refere a uma sessão musical.
Concertar no dicionário: Preparar em comum a execução de um plano, combinar, pactuar, harmonizar.
Exemplos: Vamos ter um concerto de música gospel hoje na escola.
Os concertos da Madonna são muito disputados.

Conserto (com S) - Se refere a ajeitar/arrumar alguma coisa.
Consertar no dicionário: corrigir falhas ou defeitos, reparar, fazer com que volte à maneira, ao estilo, à condição original. Retomar ou recolocar na ordem ou disposição habitual, ou aprimorá-las. Acomodar, apaziguar (uma situação ou desentendimento).
Exemplos: Esse computador precisa de um conserto.
Vou levar a televisão para o conserto amanhã.

Essas palavras são chamadas de Homófonas, por apresentam a mesma fonética (são pronunciadas de forma igual), porém apresentam significados e grafia diferentes.

As duas palavras também podem ser formas conjugadas de consertar e concertar!

Exemplos:
Eu conserto a mesa da cozinha.
Eu concerto com meu irmão todos os pormenores. 

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Resposta ao Desafio do Dia dos Namorados por Marcinha

Posted by Marcinha on 9 de junho de 2013 06:00 in , , ,

Olá Retalhenses e leitores! Antecipando o Dia dos Namorados, venho postar meu texto, baseada na bela imagem que recebi do meu marido. Espero que todos gostem e, particularmente, que ele goste e que saiba que escrevi este texto com o mesmo carinho com que ele escolheu esta imagem para mim.

Como a maioria dos meus textos, este também fala de coisas incomuns e usa meios pouco ortodoxos para levar sua mensagem.

Acima de tudo, o texto de hoje conta a história de um homem que ama com uma profundidade incomum.




A Loba

Estava desaparecida há três meses quando ousou aproximar-se de casa novamente. Sentia-se profundamente angustiada naquela noite. Era o primeiro Dia dos Namorados que passaria sem ele em tantos anos quantos podia se lembrar.
Rodeou a casa com a leveza de uma animal selvagem. Expiou pela janela do quarto, encoberta pelo manto da noite. Lá estava ele como de hábito, sentado ao computador. Mas estava tão diferente...
Havia emagrecido e aparentava um enorme pesar. Observava uma foto após a outra na tela como se nem ao menos as visse. Seu movimento ritmadamente mecânico dava a certeza de que sua mente não estava focada no que fazia.
Estaria pensando nela?
Desviou os olhos da janela e se recostou a parede, tentando retomar o foco. Não era hora pra se perder em devaneios românticos. Para dizer a verdade, fora uma total idiotice ter vindo.
Respirou fundo, com os olhos fechados, preparando-se para correr para longe dali. Entretando, mesmo com as pálpebras cerradas, pode perceber a mudança na luz.
A lua estava prestes a aparecer por entre as núvens. Droga, era só o que faltava.
Moveu-se rapidamente cruzando o quintal, no momento em que a lua brilhou no céu por um instante. A idéia de colocar um vestido branco esvoaçante naquela noite fora a pior de sua vida. Se fosse vista cruzando o quintal iluminada pela lua pareceria um fantasma. Escondeu-se quieta nas sombras, já encostada ao muro oposto, torcendo pra não ter sido vista durante a travessia. Só precisava de alguns minutos pra se recuperar do sufocamento que sentia.
Mas a noite estava prestes a piorar. O dono da casa vira seu vulto fantasmagórico. Abriu a porta da casa num rompante e se pôs a escutar atento.
Ela o conhecia. Sabia que estava armado.
"Merda!", ela praguejou num sussurro.
Ouviu os passos dele pelo quintal, procurando pelo invasor, com a arma em punho. Ela levou a mão à garganta, sorveu o ar com desespero, curvou-se para frente, apoiando as mão nos joelhos. Precisava dominar a sensação. "Oh, Deus, faça com que as nuvens se fechem novamente", ela implorava internamente.
O cenário a sua volta sumia e reaparecia por breves momentos. Sentia o suor frio lhe brotar da testa enquanto lutava para continuar respirando. As nuvens abrandaram a luminosidade da luz parcialmente.
- Ponha as mão onde eu possa ver! - o dono da casa ordenou secamente, já com a arma apontada para a cabeça dela.
Um rosnado de desprazer lhe escapou dos lábios, e ela se ergueu num rompante, tendo os olhos inflamados de fúria. O homem a sua frente ficou lívido assim que a reconheceu.
- Martha?!
- Júlio. - ela grunhiu com esforço.
- Você... ah... meu Deus... pensei que estava morta... a polícia... nenhuma nótícia sua... - o homem gaguejava, inseguro sobre o que pensar, enquanto ela vigiava a lua, arfando um pouco menos e sustentando o olhar surpreso dele - ONDE DIABOS VOCÊ ESTEVE?!!
- No inferno. - ela rebateu imediatamente, a voz sombria - Por isso não voltei para casa.
- O que, por Deus, pode impedir você de voltar pro seu marido?! - inquiriu o homem, indignado. - Pensei que estava morta! A última notícia que tive pela polícia foi o acidente com o Dodge. Mas não encontraram você com o carro, nem seu... corpo... nem... nenhuma pista! Você desapareceu sem deixar rastro! Onde diabos se meteu por três malditos meses?!
Ela se apiedou dele. Muitas vezes pensara sobre como ele deveria estar, se era certo revelar que estava viva.
Mas... estava viva? Aquilo era vida?
O brilho lunar surgiu mais vivo desta vez, e todo o quintal a volta deles se iluminou. Martha se curvou, levando os braços cruzados à altura do estômago, como se um coice a tivesse acertado. Soltou o ar num urro estrangulado.
- Preciso ir embora. - ela afirmou, assim que conseguiu proferir algum som entendível.
- Ir embora? Assim? Sem me explicar nada? Não pode! Quer me enlouquecer? - exasperou-se o homem, passando ambas as mãos pela cabeça como se fosse perder a razão.
- Não sou mais a mulher que você amou! - ela vociferou, enquanto a dor só piorava.
Ela se curvou com mais um rajada de dor. Sentiu os nós dos dedos se expandindo e a dor latejante e a raiva que acompanhavam a transforamção.
E, mais que tudo, sentiu vergonha. Só queria um buraco no chão onde pudesse desaparecer.
Escondeu ambas as mão as costas e ergueu o dorso, encarando-o. Os lábios tremiam, enquanto ela tentava controlar a dor que lhe expandia os ossos.
- Sou um monstro. - ela bufou - Uma aberração. E uma assassina. Estou amaldiçoada.
- Martha, o que está dizendo?! - ele a sacudiu, desesperado, esperando uma resposta.
Consumida pela dor e pela sensação sufocamento, ela não conseguiu reagir ao movimento brusco dele. Suas mão balançaram enormes e desajeitadas à frente do corpo. Cobertas de pelos, exibiam dedos nodosos e garras ameaçadoras.
Júlio empalideceu pela segunda vez quando percebeu as mãos animalescas de sua mulher.
- Eu mato gente. O tempo todo. - ela afimou, parecendo distante, como se recordasse um pesadelo.
- Eu nunca imaginaria... - ele afirmou, observando as mãos monstruosas no seu agarre. - Meu Deus, Martha! - e dizendo isso, abraçou-a com toda a força.
Ela ficou paralisada pelo choque. Esperava tudo, menos ser abraçada desta forma, no meio de uma transformação. Agrarrou-se com força a seu marido, enquanto as lágrimas rolavam como uma represa que levara tempo demais para se romper.
- Na noite do acidente havia muito sangue... minha perna estava estraçalhada... o cheiro de sangue o trouxe... ele era imenso, muito maior que um lobo... ele me mordeu e mordeu, várias vezes... pensei que fosse me devorar... mas atiraram nele... mataram ele...
- Meu Deus, Martha... - ele a confortou, afagando-lhe as costas.
- Eu fugi, me arrastando... escapei. - ela continuou, aos soluços - Minha perna se curou sozinha em poucos dias... pensei que fosse um milagre... não era...
- Está tudo bem agora, Martha...
- Não, não está! - ela vociferou, recuando, escondendo e rejeitando as próprias mãos - Eu sou um monstro!
- Você é minha mulher!
- Eu vou matar você, não entende?
- Estou morto em vida sem você ao meu lado!
- Existem caçadores... de monstros como eu... virão atrás de mim... você estará no fogo cruzado...
- Martha, isso é um casamento... cuidar um do outro. Vou ficar com você, proteger você, haja o que houver...
- Não...
- Eu te amo.
Ela deixou que as lágrimas fluíssem sem se importar. Os soluços se transformaram em um uivo longo e confotável, algo que ela nunca experimentara. Sustentou o olhar do homem amoroso à sua frente e então ergueu a face para o céu, enquanto sua expressão serenava. A dor diminuíra sensivelmente desde que se sentira confortada, aceita. O amor tem o poder de curar qualquer ferida.
Fechou os olhos deixando que a transformação acontecesse. A face de loba logo apareceu, feroz e selvagem, como era de sua natureza. Um momento depois, uma imensa fera jazia de quatro no chão, e encarava o homem com um olhar selvagem.
Júlio sustentava o olhar do animal. Não fazia idéia do que viria a seguir.
A loba o encarou por mais um momento. Então saltou na direção dele.

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